Com a procura cada vez maior por água mineral, devido à sua (suposta) pureza e praticidade, é cada vez mais comum vermos pessoas carregando galoes de 20 litros pelas ruas da cidade. Alguns, para facilitar, usam bicicletas para o transporte desses recipientes. O perigo é trafegar com bicicletas e galões nas calçadas...
quinta-feira, 27 de novembro de 2014
quarta-feira, 26 de novembro de 2014
A Força da Natureza
terça-feira, 25 de novembro de 2014
Espera
Praça Clementino Procópio. Tarde de Novembro. Sol escaldante. Ônibus demorando muito. Dois jovens bem sentadinhos nos bancos do ponto sujo e mal conservado. E uma velha senhora em pé.
Vivemos na sociedade do desrespeito. Ao passageiro do transporte coletivo, que tem que esperar mais de meia hora por um ônibus. Aos idosos, que são ignorados e esquecidos por quem deveria ser educado para respeitá-los. E ao patrimônio público, pago com o dinheiro de nossos impostos e que sofre com a falta de conservação... Imediatamente após essa foto, o ônibus finalmente chegou. E a velhinha deu graças aos céus em alto e bom tom.
Vivemos na sociedade do desrespeito. Ao passageiro do transporte coletivo, que tem que esperar mais de meia hora por um ônibus. Aos idosos, que são ignorados e esquecidos por quem deveria ser educado para respeitá-los. E ao patrimônio público, pago com o dinheiro de nossos impostos e que sofre com a falta de conservação... Imediatamente após essa foto, o ônibus finalmente chegou. E a velhinha deu graças aos céus em alto e bom tom.
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| Esperar o ônibus em Campia é um teste de paciência |
quarta-feira, 19 de novembro de 2014
Carroças.
As carroças de mão e os carroceiros fazem parte da paisagem campinense até os dias de hoje. Do material reciclável aos produtos que são vendidos nas calçadas do Centro, muitos ainda a usam. E a maioria é construída com material descartado, tal como ripas de madeiras, rodas e pneus de bicicleta e outros. As carroças ajudam muitos pais e mães de família a conseguirem o suado pão nosso de cada dia.
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| Carroceira com a sua carroça personalizada, na cor "rosa-uva". |
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| "Estacionamento" de carroças no "camelódromo" da rua João Pessoa. |
segunda-feira, 17 de novembro de 2014
Reciclagem
Às noites, na Rua Venâncio Neiva, esquina com a Cardoso Vieira, encontramos catadores de material reciclável juntando tudo o que eles conseguem recolher nas lojas do centro. Não fossem essas pessoas, todo esse plástico e papelão provavelmente estariam poluindo ainda mais o meio-ambiente. É um trabalho árduo... E, para a maioria das pessoas, invisível... Só há uma ressalva: Eles poderiam ter respeitado a rampa para cadeirantes...
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| Catadores em seu trabalho. |
domingo, 16 de novembro de 2014
Cuidado Com a Cabeça
Situado entre as Ruas Marquês do Herval e Cardoso Vieira, o Edifício Lucas foi projetado pelo arquiteto pernambucano licenciado Hugo Marques e foi erguido nos anos 60.
O edifício possui duas torres, sendo uma delas um pouco curva em relação à primeira, e unidas por escadas e elevadores compartilhados. É um edifício de uso misto, residencial e comercial.
O que é preocupante é o seu estado de conservação. As marquises parecem querer desabar a qualquer momento. E, se externamente ele está assim, é de se supor que o estado de conservação das redes elétrica e hidráulica, bem como o dos elementos estruturais que o sustentam, não seja nada bom. É preciso que seja dada uma maior atenção ao prédio. Se nada for feito... cuidado com as cabeças!
O edifício possui duas torres, sendo uma delas um pouco curva em relação à primeira, e unidas por escadas e elevadores compartilhados. É um edifício de uso misto, residencial e comercial.
O que é preocupante é o seu estado de conservação. As marquises parecem querer desabar a qualquer momento. E, se externamente ele está assim, é de se supor que o estado de conservação das redes elétrica e hidráulica, bem como o dos elementos estruturais que o sustentam, não seja nada bom. É preciso que seja dada uma maior atenção ao prédio. Se nada for feito... cuidado com as cabeças!
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| Fachada do Edifício Lucas. Dá medo passar perto. |
sexta-feira, 14 de novembro de 2014
Respeitável Público
quinta-feira, 13 de novembro de 2014
Uma Questão de Saúde
quarta-feira, 12 de novembro de 2014
Atalho
A Rua Miguel Barreto é uma das que liga a Rua Getúlio Vargas à Rua João Pessoa. E é um atalho tranquilo entre duas das ruas mais movimentadas da cidade, bastante usado por trabalhadores que tem que carregar mercadorias entre lojas ou de lojas para os veículos dos clientes. É também, uma mostra de que, no geral, o estado de conservação do calçamento das ruas campinenses não é dos melhores. Além disso, há muitas pichações nas paredes dos prédios, bem como restos de cartazes de propagandas de shows e outros eventos. E, para completar, há entulho nas (estreitíssimas) calçadas.
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| Trabalhador carregando pacote na Rua Miguel Barreto, Centro. |
O Início
A Campina Grande das belas paisagens, dos belos monumentos já é muito bem conhecida, muito bem retratada. Mas existe uma Campina Invisível, a Campina do cotidiano. A que olhamos todos os dias, mas não vemos. Existem muitas imagens ocultas, pedindo para serem descobertas. Há ângulos que talvez nunca tenham sido explorados. Há situações que precisam ser documentadas. Há perigos que precisam ser mostrados e denunciados. Há falhas que precisam ser expostas para que sejam resolvidas. Há belezas que precisam ser divulgadas.
Sempre com uma câmera de bolso ou com celular, este fotógrafo se propõe a retratar esta Campina. E postar os resultados neste humilde blog.
E vamos em frente!
Sempre com uma câmera de bolso ou com celular, este fotógrafo se propõe a retratar esta Campina. E postar os resultados neste humilde blog.
E vamos em frente!
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| Cavaleiro e sua montaria em plena 13 de Maio, no Centro da Cidade. |
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| Caos das instalações elétricas na Rua Cardoso Vieira, no Centro. |
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| Monumento à João Rique, no final da Rua João Pessoa, no Centro. |
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| Sebo na Praça Clementino Procópio, no Centro. |
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